Avaliar para Agir
O Programa da Rede de Bibliotecas Escolares, implementado nas Escolas desde há mais de 10 anos, tem adquirido uma dimensão que exige, neste momento, um acompanhamento mais sistemático.
Surge então o Modelo de Auto-Avaliação, capaz de fomentar práticas mais adequadas ao papel que assumem as Bibliotecas Escolares, pelo que é necessário apostar na formação.
este blog irá acompanhar essa formação...
segunda-feira, 15 de junho de 2009
sábado, 13 de junho de 2009
Conclusão
Inscrevi-me nesta Acção de Formação porque, enquanto coordenadora interconcelhia, ao ser confrontada com a tarefa de apoiar os coordenadores a tempo inteiro, na aplicação do Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares...as dificuldades eram muitas!
Foi bastante positiva a participação nesta formação porque sinto-me, neste momento, melhor preparada para responder aos desafios que me sejam colocados, na aplicação do Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares.
Foi bastante positiva a participação nesta formação porque sinto-me, neste momento, melhor preparada para responder aos desafios que me sejam colocados, na aplicação do Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares.
A BE e a Avaliação Externa da Escola/Agrupamento
O Ministério da Educação tem em curso um processo de avalaição externa de todos os estabelecimentos públicos de ensino, que tem como suporte um quadro de referência e o trabalho de um conjunto de equipas de avaliação no terreno.
Esta avaliação externa articula-se com os mecanismos de auto-avaliação postos em prática, em cada escola.
Neste contexto, a análise e reconhecimento do papel da BE a nível da auto-avaliação da escola, é fundamental.
Nesta sessão, as formadoras, considerando o exposto, propuseram:
Considerando os documentos disponíveis na Plataforma:
1) “Tópicos para apresentação da escola: campos de análise de desempenho”, através do qual se orienta o conteúdo do texto e da apresentação das escolas à IGE;
2) “Quadro de Referência para a avaliação de escolas e agrupamentos, em função do qual, a IGE elabora os seus Relatórios de Avaliação externa:
3) Uma amostra, à sua escolha, de Relatórios de avaliação externa das escolas dos anos 2006/07; 2007/08 e 2008/09
1. Elabore um texto de orientação que ajude as escolas e os coordenadores das BEs, a cruzar a informação resultante da auto-avaliação da BE nos seus diferentes Domínios com os Campos e Tópicos estabelecidos pela IGE, nos quais aquela informação deve ser enquadrada.
2. Tendo por base a amostra de Relatórios de avaliação externa que elegeu, faça uma análise e comentário crítico à presença de referências a respeito das BE, nesses Relatórios.
Esta avaliação externa articula-se com os mecanismos de auto-avaliação postos em prática, em cada escola.
Neste contexto, a análise e reconhecimento do papel da BE a nível da auto-avaliação da escola, é fundamental.
Nesta sessão, as formadoras, considerando o exposto, propuseram:
Considerando os documentos disponíveis na Plataforma:
1) “Tópicos para apresentação da escola: campos de análise de desempenho”, através do qual se orienta o conteúdo do texto e da apresentação das escolas à IGE;
2) “Quadro de Referência para a avaliação de escolas e agrupamentos, em função do qual, a IGE elabora os seus Relatórios de Avaliação externa:
3) Uma amostra, à sua escolha, de Relatórios de avaliação externa das escolas dos anos 2006/07; 2007/08 e 2008/09
1. Elabore um texto de orientação que ajude as escolas e os coordenadores das BEs, a cruzar a informação resultante da auto-avaliação da BE nos seus diferentes Domínios com os Campos e Tópicos estabelecidos pela IGE, nos quais aquela informação deve ser enquadrada.
2. Tendo por base a amostra de Relatórios de avaliação externa que elegeu, faça uma análise e comentário crítico à presença de referências a respeito das BE, nesses Relatórios.
A Be E A Aval
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Comentario Aos Relatorios
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