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sexta-feira, 27 de abril de 2012
terça-feira, 24 de abril de 2012
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Avaliar para Agir
O Programa da Rede de Bibliotecas Escolares, implementado nas Escolas desde há mais de 10 anos, tem adquirido uma dimensão que exige, neste momento, um acompanhamento mais sistemático.
Surge então o Modelo de Auto-Avaliação, capaz de fomentar práticas mais adequadas ao papel que assumem as Bibliotecas Escolares, pelo que é necessário apostar na formação.
este blog irá acompanhar essa formação...
O Programa da Rede de Bibliotecas Escolares, implementado nas Escolas desde há mais de 10 anos, tem adquirido uma dimensão que exige, neste momento, um acompanhamento mais sistemático.
Surge então o Modelo de Auto-Avaliação, capaz de fomentar práticas mais adequadas ao papel que assumem as Bibliotecas Escolares, pelo que é necessário apostar na formação.
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sábado, 13 de junho de 2009
Conclusão
Inscrevi-me nesta Acção de Formação porque, enquanto coordenadora interconcelhia, ao ser confrontada com a tarefa de apoiar os coordenadores a tempo inteiro, na aplicação do Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares...as dificuldades eram muitas!
Foi bastante positiva a participação nesta formação porque sinto-me, neste momento, melhor preparada para responder aos desafios que me sejam colocados, na aplicação do Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares.
Foi bastante positiva a participação nesta formação porque sinto-me, neste momento, melhor preparada para responder aos desafios que me sejam colocados, na aplicação do Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares.
A BE e a Avaliação Externa da Escola/Agrupamento
O Ministério da Educação tem em curso um processo de avalaição externa de todos os estabelecimentos públicos de ensino, que tem como suporte um quadro de referência e o trabalho de um conjunto de equipas de avaliação no terreno.
Esta avaliação externa articula-se com os mecanismos de auto-avaliação postos em prática, em cada escola.
Neste contexto, a análise e reconhecimento do papel da BE a nível da auto-avaliação da escola, é fundamental.
Nesta sessão, as formadoras, considerando o exposto, propuseram:
Considerando os documentos disponíveis na Plataforma:
1) “Tópicos para apresentação da escola: campos de análise de desempenho”, através do qual se orienta o conteúdo do texto e da apresentação das escolas à IGE;
2) “Quadro de Referência para a avaliação de escolas e agrupamentos, em função do qual, a IGE elabora os seus Relatórios de Avaliação externa:
3) Uma amostra, à sua escolha, de Relatórios de avaliação externa das escolas dos anos 2006/07; 2007/08 e 2008/09
1. Elabore um texto de orientação que ajude as escolas e os coordenadores das BEs, a cruzar a informação resultante da auto-avaliação da BE nos seus diferentes Domínios com os Campos e Tópicos estabelecidos pela IGE, nos quais aquela informação deve ser enquadrada.
2. Tendo por base a amostra de Relatórios de avaliação externa que elegeu, faça uma análise e comentário crítico à presença de referências a respeito das BE, nesses Relatórios.
Esta avaliação externa articula-se com os mecanismos de auto-avaliação postos em prática, em cada escola.
Neste contexto, a análise e reconhecimento do papel da BE a nível da auto-avaliação da escola, é fundamental.
Nesta sessão, as formadoras, considerando o exposto, propuseram:
Considerando os documentos disponíveis na Plataforma:
1) “Tópicos para apresentação da escola: campos de análise de desempenho”, através do qual se orienta o conteúdo do texto e da apresentação das escolas à IGE;
2) “Quadro de Referência para a avaliação de escolas e agrupamentos, em função do qual, a IGE elabora os seus Relatórios de Avaliação externa:
3) Uma amostra, à sua escolha, de Relatórios de avaliação externa das escolas dos anos 2006/07; 2007/08 e 2008/09
1. Elabore um texto de orientação que ajude as escolas e os coordenadores das BEs, a cruzar a informação resultante da auto-avaliação da BE nos seus diferentes Domínios com os Campos e Tópicos estabelecidos pela IGE, nos quais aquela informação deve ser enquadrada.
2. Tendo por base a amostra de Relatórios de avaliação externa que elegeu, faça uma análise e comentário crítico à presença de referências a respeito das BE, nesses Relatórios.
A Be E A Aval
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Comentario Aos Relatorios
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quinta-feira, 21 de maio de 2009
WORKSHOP PRESENCIAL ORIENTADO PELA Dra. GLÓRIA BASTOS
Foi realizado durante o dia 21 de Maio de 2009 um workshop, dinamizado pela Dra. Glória Bastos, cujo tema foi a Análise do relatório realizado pelos coordenadores que já testaram a aplicaçao do Modelo.
O Modelo de Auto-Avaliação é, sem dúvida, um documento importante porque, pode mostrar o trabalho desenvolvido na Biblioteca Escolar e espelha o perfil da Escola em que é aplicado.
Neste sentido, ao longo desta sessão, a Dra. Glória Bastos referiu pontos fortes e pontos fracos, já detectados nos relatórios analisados, que são o resultado de uma primeira abordagem realizada por um conjunto de Escolas que testou o Modelo, no ano lectivo anterior.
Realizámos algumas tarefas práticas que, juntamente com a análise realizada pela Dra. Glória Bastos, ao longo da sessão, nos levou a observar que, só através da sua aplicação no terreno, se pode perceber o que é mais importante avaliar e como o fazer.
Concluiu-se, deste modo, que o modelo não pode avaliar apenas impactos. Devem ser, também, analisados processos - ver o que a Biblioteca Escolar consegue fazer só por si e como consegue envolver a Escola. Contudo, pretende-se que no futuro incida sobretudo nos impactos.
E, as tarefas que fomos realizando levou-nos ainda a concluir que, avaliar implica julgamentos, por isso, sendo o Modelo de Auto-Avaliação um documento para avaliar o trabalho realizado na Biblioteca Escolar, não devemos temer que, por vezes, o resultado seja negativo, porque o modelo acaba por ser utilizado, sobretudo para a melhoria da Biblioteca Escolar e são os constrangimentos que ajudam a alterar as práticas.
De futuro, penso que cada vez mais, os coordenadores das Bibliotecas Escolares conhecem o Modelo de Auto-Avaliação e o irão utilizar como instrumento orientador da sua acção.
É assim que chegaremos às conclusões que procuramos sobre um efectivo serviço das Bibliotecas Escolares que também envolve elementos exteriores à própria Biblioteca Escolar.
O Modelo de Auto-Avaliação é, sem dúvida, um documento importante porque, pode mostrar o trabalho desenvolvido na Biblioteca Escolar e espelha o perfil da Escola em que é aplicado.
Neste sentido, ao longo desta sessão, a Dra. Glória Bastos referiu pontos fortes e pontos fracos, já detectados nos relatórios analisados, que são o resultado de uma primeira abordagem realizada por um conjunto de Escolas que testou o Modelo, no ano lectivo anterior.
Realizámos algumas tarefas práticas que, juntamente com a análise realizada pela Dra. Glória Bastos, ao longo da sessão, nos levou a observar que, só através da sua aplicação no terreno, se pode perceber o que é mais importante avaliar e como o fazer.
Concluiu-se, deste modo, que o modelo não pode avaliar apenas impactos. Devem ser, também, analisados processos - ver o que a Biblioteca Escolar consegue fazer só por si e como consegue envolver a Escola. Contudo, pretende-se que no futuro incida sobretudo nos impactos.
E, as tarefas que fomos realizando levou-nos ainda a concluir que, avaliar implica julgamentos, por isso, sendo o Modelo de Auto-Avaliação um documento para avaliar o trabalho realizado na Biblioteca Escolar, não devemos temer que, por vezes, o resultado seja negativo, porque o modelo acaba por ser utilizado, sobretudo para a melhoria da Biblioteca Escolar e são os constrangimentos que ajudam a alterar as práticas.
De futuro, penso que cada vez mais, os coordenadores das Bibliotecas Escolares conhecem o Modelo de Auto-Avaliação e o irão utilizar como instrumento orientador da sua acção.
É assim que chegaremos às conclusões que procuramos sobre um efectivo serviço das Bibliotecas Escolares que também envolve elementos exteriores à própria Biblioteca Escolar.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
O MODELO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA BE: METODOLOGIAS DE OPERACIONALIZAÇÃO (PARTE II)
O exercício que nos foi proposto nesta segunda parte da unidade sobre a operacionalização do Modelo procurou responder ao objectivo de estabelecer nexos coerentes entre, por um lado, os indocadores e respectivos factores críticos, e por outro, os instrumentos, evidências e3 acções de melhoria que viabilizam, traduzem e permitem melhorar a avaliação desses indicadores em cada Domínio ou Subdomínio.
Foi-nos apresentada a seguinte actividade, a realizar:
1) Escolha, à sua vontade, um qualquer Subdomínio do Domínio D do Modelo: Gestão da BE. Se já testou este Domínio o ano transacto na sua escola (caso seja coordenador/a da BE), escolha outro que não tenha avaliado.
2) Construa uma tabela idêntica à do exemplo produzido neste Guia da Sessão (Página 3), copiando:
a. para a primeira coluna, os indicadores que integram o Subdomínio que escolheu;
b. para a segunda coluna, os factores críticos respeitantes a cada indicador;
c. para a terceira coluna, os instrumentos de recolha de evidências propostos pelo modelo, ou outros que considere relevantes.
3) De seguida, aprecie o tipo de instrumentos que indicou e analise detalhadamente o teor ou tipo de conteúdo desses instrumentos;
4) Com base nessa análise dos instrumentos, construa na quarta coluna “frases – tipo” que exemplifiquem as evidências passíveis de serem obtidas a partir daqueles instrumentos, para cada um dos indicadores do Subdomínio escolhido, à semelhança do realizado no exemplo dado na Página 3.
5) Tendo por base a sua prática empírica de acompanhamento às BES e/ou o conhecimento directo da BE da Escola a que está afecto ou de que é o/a coordenador/a, e tendo por objectivo a melhoria dessa/s BE/s, sugira acerca do Subdomínio por que optou, justificando as suas sugestões:
• Duas Coisas que considere que a/s BE/s devessem deixar de fazer;
• Duas Coisas que considere que a/s BE/s devessem continuar a fazer;
• Duas Coisas que considere que a/s BE/s devessem começar a fazer.
Coloque até ao final da sessão, os seus trabalhos nos fóruns criados para o efeito para que todos os colegas possam vê-los, e vice-versa.
Para o efeito, faça dois Posts:
O primeiro, no Fórum 1, para a colocação da Tabela, escrevendo no assunto do Post apenas a palavra “Tabela” e a indicação do Subdomínio sobre que se debruçou. Por exemplo: Tabela D.1; Tabela D.2 ou Tabela D.3
O segundo, no Fórum 2, para a colocação das suas propostas, conforme descrito em 5), escrevendo no assunto do Post apenas a expressão “Acções Futuras” e a indicação do Subdomínio sobre que se debruçou. Por exemplo: Acções Futuras D.1; Acções Futuras D.2 ou Acções Futuras D.3
Para que não exista o risco de todos se orientaram para um dado Subdomínio em detrimento dos outros, solicita-se que, mais uma vez, à semelhança do que fizeram na sessão anterior, façam uma inscrição prévia no Fórum 0, que funcionará apenas para este fim, escrevendo no assunto do Post: Inscrição D.1; Inscrição D.2 ou Inscrição D.3.
Escolhi o Subdomínio D.1
Foi-nos apresentada a seguinte actividade, a realizar:
1) Escolha, à sua vontade, um qualquer Subdomínio do Domínio D do Modelo: Gestão da BE. Se já testou este Domínio o ano transacto na sua escola (caso seja coordenador/a da BE), escolha outro que não tenha avaliado.
2) Construa uma tabela idêntica à do exemplo produzido neste Guia da Sessão (Página 3), copiando:
a. para a primeira coluna, os indicadores que integram o Subdomínio que escolheu;
b. para a segunda coluna, os factores críticos respeitantes a cada indicador;
c. para a terceira coluna, os instrumentos de recolha de evidências propostos pelo modelo, ou outros que considere relevantes.
3) De seguida, aprecie o tipo de instrumentos que indicou e analise detalhadamente o teor ou tipo de conteúdo desses instrumentos;
4) Com base nessa análise dos instrumentos, construa na quarta coluna “frases – tipo” que exemplifiquem as evidências passíveis de serem obtidas a partir daqueles instrumentos, para cada um dos indicadores do Subdomínio escolhido, à semelhança do realizado no exemplo dado na Página 3.
5) Tendo por base a sua prática empírica de acompanhamento às BES e/ou o conhecimento directo da BE da Escola a que está afecto ou de que é o/a coordenador/a, e tendo por objectivo a melhoria dessa/s BE/s, sugira acerca do Subdomínio por que optou, justificando as suas sugestões:
• Duas Coisas que considere que a/s BE/s devessem deixar de fazer;
• Duas Coisas que considere que a/s BE/s devessem continuar a fazer;
• Duas Coisas que considere que a/s BE/s devessem começar a fazer.
Coloque até ao final da sessão, os seus trabalhos nos fóruns criados para o efeito para que todos os colegas possam vê-los, e vice-versa.
Para o efeito, faça dois Posts:
O primeiro, no Fórum 1, para a colocação da Tabela, escrevendo no assunto do Post apenas a palavra “Tabela” e a indicação do Subdomínio sobre que se debruçou. Por exemplo: Tabela D.1; Tabela D.2 ou Tabela D.3
O segundo, no Fórum 2, para a colocação das suas propostas, conforme descrito em 5), escrevendo no assunto do Post apenas a expressão “Acções Futuras” e a indicação do Subdomínio sobre que se debruçou. Por exemplo: Acções Futuras D.1; Acções Futuras D.2 ou Acções Futuras D.3
Para que não exista o risco de todos se orientaram para um dado Subdomínio em detrimento dos outros, solicita-se que, mais uma vez, à semelhança do que fizeram na sessão anterior, façam uma inscrição prévia no Fórum 0, que funcionará apenas para este fim, escrevendo no assunto do Post: Inscrição D.1; Inscrição D.2 ou Inscrição D.3.
Escolhi o Subdomínio D.1
Tarefa 5
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Tarefa 5a
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quarta-feira, 29 de abril de 2009
O MODELO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA BE: METODOLOGIAS DE OPERACIONALIZAÇÃO (PARTE I)
As actividades para esta sessão, propostas pelas formadoras foram todas de carácter optatitvo. Entre quatro opções aprese3ntadas, tivemos que escolher apenas uma única.
A fim de não haver o risco de um grande desequilíbrio entre o número de formandos em cada actividade, foi-nos solicitado que procedessemos no fórum da actividade que escolhemos a uma "inscrição prévia". Para isso, bastou colocarmos um primeiro post com o assunto inswcrição.
Escolhi a actividade de opção nº1: Plano de Avaliação.
Foi-nos apresentada a seguinte proposta de trabalho:
a) Escolha, em alternativa, um dos seguintes Domínios/Subdomínios:
• A.2. (Promoção da Literacia da Informação)
• B. (Leitura e Literacia)
• C.1. (Apoio a Actividades Livres, Extra-Curriculares e de Enriquecimento Curricular)
b) Escolha no Domínio/Subdomínio seleccionado dois Indicadores, um que considere de Processo e outro que considere de Impacto/Outcome, e analise-os detalhadamente.
c) Estabeleça um Plano de Avaliação em profundidade daqueles dois Indicadores, recorrendo ao ao Documento de apoio a esta actividade: Basic Guide To Program Evaluation.
O Plano deve incorporar informação e aspectos retirados do texto da sessão e deste documento de apoio.
d) Coloque o seu trabalho no fórum criado para o efeito, indicando no assunto do post as duas referências dos dois Indicadores que escolheu.
Por exemplo:
- A.2.1., A.2.2., A.2.3., A.2.4. ou A.2.5, se escolheu o Subdomínio A.2.
- B.1., B.2. ou B.3, se escolheu o Domínio B
- C.1.1., C.1.2., C.1.3., C.1.4. ou C.1.5., se optou pelo Subdomínio C.1.
A fim de não haver o risco de um grande desequilíbrio entre o número de formandos em cada actividade, foi-nos solicitado que procedessemos no fórum da actividade que escolhemos a uma "inscrição prévia". Para isso, bastou colocarmos um primeiro post com o assunto inswcrição.
Escolhi a actividade de opção nº1: Plano de Avaliação.
Foi-nos apresentada a seguinte proposta de trabalho:
a) Escolha, em alternativa, um dos seguintes Domínios/Subdomínios:
• A.2. (Promoção da Literacia da Informação)
• B. (Leitura e Literacia)
• C.1. (Apoio a Actividades Livres, Extra-Curriculares e de Enriquecimento Curricular)
b) Escolha no Domínio/Subdomínio seleccionado dois Indicadores, um que considere de Processo e outro que considere de Impacto/Outcome, e analise-os detalhadamente.
c) Estabeleça um Plano de Avaliação em profundidade daqueles dois Indicadores, recorrendo ao ao Documento de apoio a esta actividade: Basic Guide To Program Evaluation.
O Plano deve incorporar informação e aspectos retirados do texto da sessão e deste documento de apoio.
d) Coloque o seu trabalho no fórum criado para o efeito, indicando no assunto do post as duas referências dos dois Indicadores que escolheu.
Por exemplo:
- A.2.1., A.2.2., A.2.3., A.2.4. ou A.2.5, se escolheu o Subdomínio A.2.
- B.1., B.2. ou B.3, se escolheu o Domínio B
- C.1.1., C.1.2., C.1.3., C.1.4. ou C.1.5., se optou pelo Subdomínio C.1.
Tarefa 4
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terça-feira, 21 de abril de 2009
O Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares no contexto da Escola / Agrupamento
FÓRUM PARA COORDENADORES INTER-CONCELHIOS E LOCAIS
Nesta sessão foram apresentadas três tarefas. Os formandos tinham que escolher apenas uma.
As tarefas:
"1ª Parte (até 26 Abril)
Perspectivar a integração do processo de auto-avaliação no contexto da escola implica que consideremos, pelo menos três focos estratégicos que estão subjacentes ao processo nas suas diferentes fases:
- O foco: Integração e envolvimento na escola.
Construa um guião que ajude as bibliotecas escolares que acompanha a integrar o processo de auto-avaliação na escola, tendo em conta os diferentes clusters (Conselho Executivo, Conselho Pedagógico, alunos, professores e restante comunidade envolvida) que estão implicados e em relação aos quais a BE tem que direccionar a sua acção.
- O foco: Gestão estratégica da informação recolhida e transposição para o processo de planeamento e de gestão. (Gerir evidências, identificar pontos fortes, fracos e acções a implementar. Transpor os resultados para o processo de planificação e para a melhoria)
Construa um guião de elaboração do relatório que explique os passos implicados, a gestão da informação e a relação que os resultados obtidos devem ter com a mudança evidenciada e com o conjunto de acções que é necessário implementar.
- O foco: Comunicação dos resultados e integração na escola.
A comunicação dos resultados e a realização do que alguns designam por advocacy outros por comunicação ou marketing é fundamental para que o processo e a BE ganhem ovisibilidade na escola.
Construa um guião que ajude as BEs que acompanha a cumprir esta tarefa.
Obs: Como alguns já recorreram ao Power Point, vamos excluí-lo desta tarefa. O guião deverá ser feito noutro formato."
Escolhi a "Integração e envolvimento na Escola" e, cujo produto final foi um folheto contendo os aspectos a serem valorizados, do Modelo de Auto-Avaliação, no contexto da Escola/Agrupamento.
2ª parte da tarefa (até ao fim da sessão) foi escolher e comentar o trabalho de um dos colegas.
Nesta sessão foram apresentadas três tarefas. Os formandos tinham que escolher apenas uma.
As tarefas:
"1ª Parte (até 26 Abril)
Perspectivar a integração do processo de auto-avaliação no contexto da escola implica que consideremos, pelo menos três focos estratégicos que estão subjacentes ao processo nas suas diferentes fases:
- O foco: Integração e envolvimento na escola.
Construa um guião que ajude as bibliotecas escolares que acompanha a integrar o processo de auto-avaliação na escola, tendo em conta os diferentes clusters (Conselho Executivo, Conselho Pedagógico, alunos, professores e restante comunidade envolvida) que estão implicados e em relação aos quais a BE tem que direccionar a sua acção.
- O foco: Gestão estratégica da informação recolhida e transposição para o processo de planeamento e de gestão. (Gerir evidências, identificar pontos fortes, fracos e acções a implementar. Transpor os resultados para o processo de planificação e para a melhoria)
Construa um guião de elaboração do relatório que explique os passos implicados, a gestão da informação e a relação que os resultados obtidos devem ter com a mudança evidenciada e com o conjunto de acções que é necessário implementar.
- O foco: Comunicação dos resultados e integração na escola.
A comunicação dos resultados e a realização do que alguns designam por advocacy outros por comunicação ou marketing é fundamental para que o processo e a BE ganhem ovisibilidade na escola.
Construa um guião que ajude as BEs que acompanha a cumprir esta tarefa.
Obs: Como alguns já recorreram ao Power Point, vamos excluí-lo desta tarefa. O guião deverá ser feito noutro formato."
Escolhi a "Integração e envolvimento na Escola" e, cujo produto final foi um folheto contendo os aspectos a serem valorizados, do Modelo de Auto-Avaliação, no contexto da Escola/Agrupamento.
2ª parte da tarefa (até ao fim da sessão) foi escolher e comentar o trabalho de um dos colegas.
Tarefa 3
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segunda-feira, 13 de abril de 2009
O Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares: problemáticas e conceitos implicados
As formadoras propuseram que fosse planeado um Workshop formativo de apresentação do Modelo de Auto-Avaliação dirigido aos coordenadores/ bibliotecas escolares e que abordasse os seguintes aspectos:
. Pertinência da existência de um Modelo de Avaliação para as bibliotecas escolares.
- O Modelo enquanto instrumento pedagógico e de melhoria de melhoria. Conceitos implicados.
- Organização estrutural e funcional.
- Integração/ Aplicação à realidade da escola/ biblioteca escolar. Oportunidades e constrangimentos.
- Gestão participada das mudanças que a sua aplicação impõe. Níveis de participação da escola.
Foi sugerido aos formandos o recurso à informação disponibilizada, citando-a e, a indicação dos instrumentos a criar, para a realização do workshop.
------------------------------------
2ª parte da tarefa - Até ao final da sessão
Escolher a proposta de um dos colegas e comentá-la identificando:
- 2 pontos fortes
- 2 constrangimentos inerentes ao sucesso da iniciativa.
. Pertinência da existência de um Modelo de Avaliação para as bibliotecas escolares.
- O Modelo enquanto instrumento pedagógico e de melhoria de melhoria. Conceitos implicados.
- Organização estrutural e funcional.
- Integração/ Aplicação à realidade da escola/ biblioteca escolar. Oportunidades e constrangimentos.
- Gestão participada das mudanças que a sua aplicação impõe. Níveis de participação da escola.
Foi sugerido aos formandos o recurso à informação disponibilizada, citando-a e, a indicação dos instrumentos a criar, para a realização do workshop.
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2ª parte da tarefa - Até ao final da sessão
Escolher a proposta de um dos colegas e comentá-la identificando:
- 2 pontos fortes
- 2 constrangimentos inerentes ao sucesso da iniciativa.
Tarefa 2
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quarta-feira, 1 de abril de 2009
A Biblioteca Escolar. Desafios e oportunidades no contexto da mudança
As formadoras propuseram que, partindo da leitura dos textos fornecidos por elas, e do conhecimento que o nosso contacto com as bibliotecas escolares que acompanhamos nos revelam, perspectivemos a situação actual das bibliotecas escolares portuguesas, identificando pontos fortes, fraquezas, oportunidades e ameaças e desafios principais no contexto da mudança. Para a realização deste trabalho tivemos que usar a tabela matriz disponibilizada, que colocámos no respectivo fórum.
2ª parte da tarefa (até ao final da Sessão) – Foi proposto que seleccionassemos o contributo de um dos colegas e fizéssemos um comentário fundamentado à análise efectuada, respondendo no mesmo fórum ao post que seleccionámos.
segunda-feira, 30 de março de 2009
Apresentação
O primeiro contacto foi no dia 30 de Março, com uma sessão presencial, cujo objectivo foi a apresentação das formadoras, formandos e a apresentação da estrutura da formação.
as formadoras lançaram algumas questões que sugeriram aos formandos a sua resposta, no momento em que seriam feitas as respectivas apresentações.
Sou a Filomena Rúbio e, fui coordenadora da BE da EB23/S de Chamusca, durante 9 anos.
Pelo meio, fiz um interregno de 2 anos, durante o qual, estive destacada no CAE da Lezíria e Médio Tejo, no Gabinete dos Projectos.
Embora as Bibliotecas Escolares não sejam um Projecto, foi a partir desse Gabinete que dei apoio às Bibliotecas Escolares de toda a área da Lezíria e Médio Tejo. Considerei um trabalho bastante gratificante, pela auto-formação que fui fazendo e, pelas relações humanas que se estabeleceram com os colegas de trabalho, durante esse período.Contudo, o "bichinho" das aulas e da Escola fez com que, eu voltasse e, aí permaneci mais 3 anos, leccionando a disciplina de História e continuando como coordenadora da BE.
Depois... Veio um novo convite para regressar ao Programa da RBE e aí aceitei novamente o desafio, porque tinha ficado cá dentro um gosto especial por estas andanças com livros, leituras... E, este é o quarto ano em que apoio Bibliotecas Escolares de vários concelhos da Lezíria.
Entretanto comecei a dar formação, na área das Bibliotecas Escolares, a pessoal docente e não docente, em alguns dos Centros de Formação da zona que acompanho, enquanto CIBE, o que também foi e tem sido, uma experiência bastante gratificante.
Por outro lado, também tem sido minha preocupação receber formação nos vários domínios que abrangem os serviços das Bibliotecas Escolares, para melhor apoiar os coordenadores. É por isso que me inscrevi nesta formação. Actualmente, estamos a ser confrontados com a tarefa de apoiar os coordenadores a tempo inteiro, na aplicação do modelo de auto-avaliação das BE’s e … as dificuldades são muitas! Embora conheça o documento e já o tenha trabalhado no ano anterior, sinto necessidade de contactar directamente com quem o concebeu, para assim adquirir um domínio mais eficaz, relativamente ao mesmo. Os coordenadores que acompanho já estão a trabalhar em grupo nesta área, o que permite uma partilha que ajuda a resolver eventuais problemas e dúvidas. Contudo, espero com esta formação adquirir, a qualificação necessária, para nessas reuniões e no trabalho de partilha estar à altura de orientar o trabalho a ser desenvolvido.
Na minha vida pessoal, andei por muitos sítios, mas por questões profissionais estabilizei em Alpiarça e acabei por adoptar esta vila ribatejana como minha terra, porque... Tenho dois filhos maravilhosos e, não quis que eles vivessem a minha experiência de cidadã do mundo... Hoje sinto a falta de referências e os amigos, quase todos foram ficando pelo caminho, o que, felizmente consegui que não acontecesse, com o André e com o Diogo!
as formadoras lançaram algumas questões que sugeriram aos formandos a sua resposta, no momento em que seriam feitas as respectivas apresentações.
Sou a Filomena Rúbio e, fui coordenadora da BE da EB23/S de Chamusca, durante 9 anos.
Pelo meio, fiz um interregno de 2 anos, durante o qual, estive destacada no CAE da Lezíria e Médio Tejo, no Gabinete dos Projectos.
Embora as Bibliotecas Escolares não sejam um Projecto, foi a partir desse Gabinete que dei apoio às Bibliotecas Escolares de toda a área da Lezíria e Médio Tejo. Considerei um trabalho bastante gratificante, pela auto-formação que fui fazendo e, pelas relações humanas que se estabeleceram com os colegas de trabalho, durante esse período.Contudo, o "bichinho" das aulas e da Escola fez com que, eu voltasse e, aí permaneci mais 3 anos, leccionando a disciplina de História e continuando como coordenadora da BE.
Depois... Veio um novo convite para regressar ao Programa da RBE e aí aceitei novamente o desafio, porque tinha ficado cá dentro um gosto especial por estas andanças com livros, leituras... E, este é o quarto ano em que apoio Bibliotecas Escolares de vários concelhos da Lezíria.
Entretanto comecei a dar formação, na área das Bibliotecas Escolares, a pessoal docente e não docente, em alguns dos Centros de Formação da zona que acompanho, enquanto CIBE, o que também foi e tem sido, uma experiência bastante gratificante.
Por outro lado, também tem sido minha preocupação receber formação nos vários domínios que abrangem os serviços das Bibliotecas Escolares, para melhor apoiar os coordenadores. É por isso que me inscrevi nesta formação. Actualmente, estamos a ser confrontados com a tarefa de apoiar os coordenadores a tempo inteiro, na aplicação do modelo de auto-avaliação das BE’s e … as dificuldades são muitas! Embora conheça o documento e já o tenha trabalhado no ano anterior, sinto necessidade de contactar directamente com quem o concebeu, para assim adquirir um domínio mais eficaz, relativamente ao mesmo. Os coordenadores que acompanho já estão a trabalhar em grupo nesta área, o que permite uma partilha que ajuda a resolver eventuais problemas e dúvidas. Contudo, espero com esta formação adquirir, a qualificação necessária, para nessas reuniões e no trabalho de partilha estar à altura de orientar o trabalho a ser desenvolvido.
Na minha vida pessoal, andei por muitos sítios, mas por questões profissionais estabilizei em Alpiarça e acabei por adoptar esta vila ribatejana como minha terra, porque... Tenho dois filhos maravilhosos e, não quis que eles vivessem a minha experiência de cidadã do mundo... Hoje sinto a falta de referências e os amigos, quase todos foram ficando pelo caminho, o que, felizmente consegui que não acontecesse, com o André e com o Diogo!
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